Está na hora de Mimar a Mamãe

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Dia da Língua Portuguesa, 5 de Maio

No dia da Língua Portuguesa, 5 de Maio, pense em algo bem bonito para dizer para a Mamãe

Língua Portuguesa – Olavo Bilac

Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela…

Amo-te assim, desconhecida e obscura.
Tuba de alto clangor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela,
E o arrolo da saudade e da ternura!

Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,

em que da voz materna ouvi: “meu filho!”,
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho!

Pense em algo bem bonito para dizer para a Mamãe

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Linha Mônaco Tramontina mais completa

Linha Mônaco Tramontina

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Compota rápida de verão

  • Tempo de Preparo: 15 minutos
  • Rendimento: 4 porções (facilmente multiplicado)

Informações nuticionais

83 calorias, 1g de proteína, 20g de carboidrato, 0g saturadas gorduras, 0g de gorduras totais, 3g de fibra, 0,01 g de sal.

Ingredientes

  • 1 kg de frutas vermelhas variadas (groselhas, mirtilos, framboesas, groselhas, morangos)
  • 100g de açúcar  cristal
  • 1 vagem de baunilha
  • 1 pau de canela
  • 2-3 raminhos de hortelã fresca ou erva-cidreira

Método

  1. Se usar morangos, reduzir pela metade ou um quarto para torná-los um tamanho semelhante ao dos outros frutos. Dica todas as frutas em uma panela grande com água 2-3 colheres de sopa de açúcar, a gosto e sua escolha de aromas.
  2. Deixe ferver, em seguida, cozinhe por 3-5 minutos. Não cozinhe demais, ou os frutos não mantêm sua forma. Mantém na geladeira por até 2 dias, no freezer por até 3 meses.
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O Avanço do Inox na gastronomia

Armazenar, manipular e preparar alimentos são atividades inerentes à espécie e fundamentais na evolução humana. Estão entre aquelas às quais o homem dispensou (e continua a dispensar) grandes esforços. Nessa empreitada, bactérias, toxinas, vírus, parasitas e microorganismos são “competidores” que podem contaminar o alimento. E, se for consumido, pode provocar intoxicações e outras doenças. Para enfrentar essa “concorrência” no ciclo da alimentação, o homem tem recorrido a diversas técnicas e equipamentos.

As cozinhas são, por excelência, um dos cenários onde ocorrem rounds decisivos dessa luta. Nesses ambientes, o uso do aço inoxidável em diversos equipamentos tem servido de escudeiro à contaminação. Em razão desses atributos, a utilização desse material permite a manipulação segura dos alimentos dificultando, por exemplo, o acúmulo de sujeira e a transmissão de substâncias tóxicas, sem transferir odores ou gostos indesejáveis para a comida. A retenção de microorganismos no aço inox é cerca de dez vezes inferior à do plástico ou aço esmaltado.

Outras vantagens da aplicação do inox nas cozinhas são a resistência à corrosão, à infecção e a facilidade de limpeza. Se, nas cozinhas domésticas, as características do material são inquestionáveis, os atributos são ainda mais evidentes nas cozinhas industriais em razão da amplitude que pode tomar, por exemplo, a contaminação de alimentos nesses locais. No caso das cozinhas profissionais, o inox precisa atender à legislação sanitária – embora, as normas não façam menção específica. Mas a descrição de materiais para cozinhas desse tipo ajusta-se, com perfeição, às características do inox.

Uso seguro em hotéis.

O aço inoxidável tem um longo e bem sucedido histórico de utilização nas cozinhas profissionais e industriais, tanto nos equipamentos como nos utensílios. Isso ocorre tanto em instituições mais antigas, como no caso do Serviço Social do Comércio do Estado de São Paulo (SESC-SP) como em redes hoteleiras recentes, a exemplo do Royal Palm, o grupo hoteleiro que opera quatro empreendimentos em Campinas, no interior de São Paulo – um dos quais, o Royal Palm Plaza Resort, considerado, em 2010, o melhor hotel de luxo pelo Guia Quatro Rodas.

“Por ter um nome forte na hotelaria, o grupo Royal Palm aparece exposto na mídia como uma referência. Portanto, temos obrigação de seguir todas as normas de segurança em nossas cozinhas. Ter equipamentos e utensílios em aço inoxidável, proporciona essa segurança”, afirma Daniel Valay, chef executivo do Royal Palm Plaza Resort. Valay lembra que a adoção do inox nas cozinhas dos hotéis da rede tem importância fundamental por ser um material que ajuda – “muito”, ele destaca – a deixar o local limpo, além de proporcionar uma área de trabalho agradável de ser vista. “Utensílios em aço inox não modificam os sabores dos alimentos, ao contrário de outros materiais”, acrescenta o chef.

Quanto aos requisitos da rede quando vai às compras de artigos de cutelaria, talheres e de armazenagens, ele explica que procura se certificar da qualidade do aço inoxidável que está adquirindo – no caso de talheres, o 18/10. “Má qualidade faz com que o material se oxide, comprometendo, portanto, várias exigências em termos de segurança alimentar”, diz. “Hoje, a grande maioria de nossos talheres, utensílios de cozinhas e panelas são em aço inoxidável. São artigos que têm custo mais alto mas tempo de uso maior”, completa.

Na cozinha do Intercontinental

Responsável pela área de alimentos e bebidas e pela cozinha do hotel Intercontinental São Paulo, o chef executivo Marcelo Pinheiro também exalta os atributos do inox nas cozinhas industriais e nas instalações de apoio – para ele, o fato de esses ambientes estarem, quase sempre, sujeitos à umidade reforça uma das principais qualidades do material que é oferecer grande resistência à oxidação. “Todas as cozinhas industriais do mundo preferem trabalhar com o aço inoxidável”, afirma.

Além da durabilidade – no caso do hotel Intercontinental, as instalações da cozinha foram realizadas em 1996, ano de abertura do hotel –, Pinheiro observa que o aço inoxidável é prático com relação às operações de limpeza, aspecto fundamental nas cozinhas. Para Pinheiro, geladeiras, coifas, bancadas e outros equipamentos produzidos com o material também contribuem para tornar mais agradável o aspecto plástico desses ambientes – são limpos e aparentam estarem sempre isentos de sujeira.

O chef revela, ainda, que estão em fase de testes outros materiais como o titânio ou a combinação de inox com outros metais que prometem evitar por completo a possibilidade de contaminação.

Duráveis e Funcionais

A aplicação do aço inox em cozinhas profissionais não se restringe à armazenagem e ao preparo dos alimentos – estende-se aos utensílios, artigos de cocção e acessórios empregados nas atividades anteriores e posteriores ao ato de cozinhar. Uma das principais fabricantes de produtos em aço inox do país, que também fornece para o segmento de hotelaria e alimentação institucional e comercial (pias, cubas, panelas, caçarolas e caldeirões, talheres, facas de corte), a gaúcha Tramontina pontua algumas características que esses utensílios devem atender.

De acordo com a área técnica da empresa, a principal diferença entre os artigos de cutelaria, talheres e baixelas empregados no ambiente doméstico e os utilizados nas cozinhas e áreas de alimentação de hotéis é a dimensão e os tipos de acabamentos. Na linha industrial, informa a Tramontina, são utilizados tamanhos maiores com pegadores e cabos mais reforçados. O acabamento, explicam os técnicos, é fosco em razão do uso mais frequente e da necessidade constante de limpeza.

Durabilidade e funcionalidade são as principais características que, de acordo com a empresa, os responsáveis pelas empresas que atuam em hotelaria e alimentação institucional devem buscar na aquisição desses artigos. “Os produtos devem ser práticos e de fácil limpeza. As panelas e caçarolas devem ter cabos reforçados, para evitar que quebrem no momento do manuseio”, recomenda a Tramontina – esses atributos estão reunidos, por exemplo, nos utensílios que a empresa lançou durante a recente feira Equipotel, em São Paulo.

Equipamentos de cocção, refrigeração, ventilação e mobiliário de aço inoxidável para cozinhas, copas, bares e setores de apoio de alimentação institucional e comercial (o que inclui a hotelaria) é o segmento onde, há quase quatro décadas, atua a Aços Macom. A trajetória da empresa, sediada em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, tem se caracterizado pelo lançamento de produtos inovadores em inox. Ramom Gandara, diretor da Macom, menciona como um exemplo recente dessa inovação um sistema de cocção por indução que foi desenvolvido para o Studio Gourmet Unilever. Para funcionar em fogões por indução, as panelas de aço inox precisam de fundo triplo, com a presença de cobre e alumínio para difundir o calor.

Para o diretor da Macom não existem diferenças essenciais entre as necessidades de uma cozinha doméstica e as de restaurantes comerciais ou serviços de catering. “Às vezes, a área industrial limitase à questão da capacidade. No caso doméstico, os recipientes são adequados a pequenas quantidades de alimentos. Na hotelaria ou nos sistemas de alimentação são empregados recipientes com capacidade para um volume muito maior e também adequados à operação alimentar”, argumenta.

Embora considere que há mais semelhanças do que diferenças, Gandara aponta algumas características que devem ser procuradas nos equipamentos e utensílios para áreas de alimentação comercial ou institucional. De acordo com o diretor da Macom, é necessário estar atento às condições sanitárias que os produtos utilizados em sistemas de alimentação ofereçam. “Deve também ser avaliada a produtividade que esses produtos possam oferecer, além da durabilidade e baixo nível de manutenção que possam exigir”, destaca.

A demanda em grandes eventos

Na Tramontina, há um departamento que atende ao segmento de hotelaria e de alimentação institucional. No momento, essa equipe está mapeando os empreendimentos hoteleiros que estão em implantação no Brasil em razão da realização da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, para encontrar oportunidades que possam ser atendidas pelos produtos da indústria. A empresa assegura ter mais de três mil itens relacionados ao segmento para atender ao mercado.

Para o diretor da Aços Macom, a realização da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos no país coloca ainda em mais evidência a economia brasileira e o segmento hoteleiro. “Acreditamos que muitos investimentos sejam feitos nessa área, considerando não só os novos hotéis como também as reformas. Com isso, os serviços de alimentação oferecidos pela rede de hospedagem terão um incremento significativo, mostrando ao mundo a qualidade e a excelência de nossa cozinha e de nossos serviços”, acredita Gandara.

Por: Adilson Melendez

Publicado na Revista Inox, da ABINOX – Associação Brasileira do Aço Inoxidável
Agosto/Outubro de 2011

http://www.abinox.org.br/revista-inox-edicoes.php?slcRevista=140

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Filés de peixei ao molho curry vermelho com salada verde.

  • Tempo de Preparo: 10 minutos
  • Cozimento: 10 minutos
  • Rendimento: 4 porções

Informações nuticionais

221 calorias, 29g de proteína, 4g de carboidratos, 10 g de gordura, 2g de gordura saturada, 2g de fibra, 0,67 g de sal.

Ingredientes

  • 4 filés de peixe branco, tipo pescada
  • 4 colher de chá de curry tailandês vermelho (conheça no final do post)
  • 1 abacate, cortado
  • 1 pepino, cortados nas espessura de um dedo
  • 1 ou 2 alfaces pequenas, de preferência americanas.
  • coentro picado
  • raspas e suco de limão 1, extra para servir
  • 1 colher de chá de mel
  • 250g arroz, cozido, para servir

Método

  1. Aqueça o forno a uma temperatura média. Pincele cada filete de peixe com 1 colher de chá de curry. Depois asse em uma folha de papel mateiga por 8-10 minutos ou até que os flocos do peixe soltem facilmente.
  2. Enquanto isso, misture o resto dos ingredientes, separadamento do arroz, em um grande recipiente com um pouco de tempero. Sirva com o peixe temperado e arroz integral,fatias de limão e um pouco mais para apertar mais.

Curry vermelho

Uma variação bem simples mas igualmente saboroso deste curry leva os seguintes ingredientes:

  • 1/3 xícara de pimentas secas
  • 1 colher de sopa + 1 colher de chá sal grosso
  • 1 colher (200 gramas) de dentes de alho
  • 1 porção a gosto de cebolinhas, em fatias finas.
  • 1/2 colher de chá açafrão em pó ou um dedo do fresco em raiz

Soque num pilão ou bata no liquidificador até virar uma pasta fina. Se desejar, acrescente no final uma colher de molho de camarão.

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É simples e rapidinho.

 

 

 

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Risoto de cogumelo, aspargos e ervilhas

Rendimento: 4 porções como prato principal ou 6 como um prato secundário.

Ingredientes

  • 3 ½ xícaras de caldo de legumes -4
  • 500gr aspargos, pontas duras removidas
  • 1 copo de cebola em cubos,
  • 2 colheres de azeite
  • 1 ½ xícaras de cogumelos cremini, desengaçada, cortado ao meio longitudinalmente, e cortados.
  • 2 colheres de sopa de alho, picados
  • 1 xícara de arroz arbório
  • ½ xícara de vinho branco (opcional)
  • ¼ colher de chá de açafrão (opcional)
  • sal marinho e pimenta do reino a gosto
  • 1 xícara de ervilhas congeladas (opcional)
  • 1/3; xícara de fermento biológico.
  • ¼ xícara de salsa picada fresca
  • 2 colheres de sopa de endro fresco picado (opcional)
  • 2 colheres de chá de raspas de limão ralado

Instruções

  1. Em uma panela média, coloque o caldo de legumes e deixe ferver.
  2. Corte os aspargos em diagonal em pedados de 2cm e coloque-os em uma peneira de malha fina. Coloque a peneira no caldo de legumes fervente e cozinhe os aspargos por 2 minutos até branqueá-los.
  3. Retire peneira do cozimento e reserve os espargos. Reduzir o calor do caldo.
  4. Em uma panela grande, refogue a cebola no azeite por 3 minutos para amolecer. Adicione os cogumelos e alho e refogue a mistura mais 3 minutos.
  5. Adicionar o arroz arbório, mexa bem para agregar a mistura de vegetais sauteados, e cozinhar um adicional de 2 minutos, mexendo constantemente ou até que o arroz fique opaco.
  6. Adicione o vinho branco e açafrão, tempere a gosto com sal e pimenta, e misture bem. Reduzir o calor e cozinhar enquanto mexe, ocasionalmente, até que todo o líquido ter sido absorvido.
  7. Adicione 1/2 xícara de caldo de legumes fervente e continue a cozinhar, agitando ocasionalmente, até que todo o caldo for absorvido.
  8. Repita o procedimento de adição de 1/2 xícara de caldo fervendo, mexendo, e cozinhar até que esteja totalmente absorvido antes de adicionais mais caldo.
  9. Adicione os aspargos branqueados, juntamente com os ingredientes restantes e misture bem. Cozinhe a mistura por mais 2 ou 3 minutos, mexendo sempre, acrescentando o restante do caldo, conforme necessário, para que o arroz esteja macio e o risotto tem uma consistência cremosa.
  10. Experimente e ajuste os temperos, conforme desejado.
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Lançamentos da Linha Mônaco

Mais novidades, agora os conjuntos para Espaguete e Risoto

  • Em alumínio com revestimento em antiaderente.
  • Alças em aço inox com proteção em silicone.
  • Tampa de vidro temperado com pegador em aço inox com proteção em silicone.
  • Utensílio em silicone.
  • Cabo em aço inox satinado.

 

 

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